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Preço é fator decisivo na compra de vestuário.

Estudo sobre “Comportamento de Compra do Consumidor de Vestuário”, feito pelo IEMI, indica que preço e variedade agora superam o bom atendimento que determinava a tomada de decisão

 

Realizado em agosto deste ano, abordando o comportamento de compra de 1,2 mil consumidores de vestuário em sua última compra, de todas as faixas etárias, poder de compra e regiões, o novo estudo do IEMI - Inteligência de Mercado apresenta mudanças em relação à versão anterior, de 2017.

Dois anos atrás, o bom atendimento superava todos os requisitos na tomada de decisão. Já o estudo atual indica que os consumidores passaram a se preocupar principalmente com a questão de preços mais baixos e a variedade de produto por parte das lojas. O bom atendimento passou a ocupar a quarta posição em relevância.

“Este dado reflete a retração da economia nos últimos anos que obrigou os consumidores, especialmente das classes C e D, a reduzirem os gastos em geral”, analisa Marcelo Prado, diretor do IEMI.

Outra mudança foi o crescimento do e-commerce. Ainda que as lojas físicas predominem na comercialização de vestuário, sendo a opção preferida para 79% dos consumidores, 17% deles relataram ter realizado a sua última compra em uma loja online, contra 14% em 2017.

“Ainda que incipiente, o e-commerce vem ganhando participação crescente no setor”, acrescenta Prado.

 

 
 

OPÇÃO DE COMPRA

Dentre os consumidores que optaram pelo varejo físico, 50% deles realizaram sua última compra em shopping centers, havendo um leve aumento por esta preferência em relação à pesquisa de 2017, quando este índice era de 49%. Já a preferência por lojas de rua permaneceu igual, com 32% dos respondentes.

FREQUÊNCIA

Mesmo após o período pós crise, o consumidor ainda está cuidadoso na retomada do consumo. Em geral, a frequência média de compra dos consumidores caiu de 6 para 5,6 compras por ano em relação à pesquisa de 2017.

Exceto pelos consumidores da classe A, que aumentaram sua frequência de compra de 8 para 8,8 compras de vestuário por ano em média, nestes dois anos. Por outro lado, o consumidor está levando mais peças: média de 3,1 peças por compra contra 3 peças em 2017.

MOTIVAÇÕES

Dentre os principais motivos de compra, “substituir uma peça antiga” foi o mais indicado, por 22% dos consumidores, principalmente entre os homens, tendo 28% deles manifestado esta resposta. Esta motivação também foi a mais informada pelas mulheres (17% delas), porém, em menor número.

Neste quesito, as mulheres mostraram-se mais engajadas às respostas emocionais, como: “queria me dar um presente” e “vontade de me sentir bonita ou bem vestida”.

Mais de 51% delas compraram influenciadas por estes tipos de motivações. Os homens por outro lado, se engajaram mais com motivações pragmáticas, como: “substituir uma peça antiga”, “uma festa ou um evento especial” e “comprei para dar de presente”. Cerca de 50% informou estes tipos de motivações.

FONTE: Diário do Comércio




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