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Namorados gostariam de curtir viagens românticas, mas devem ganhar roupas e acessórios.

Pesquisa aponta que, embora 26% dos namorados desejassem uma viagem, apenas 7% pretendem presentear o parceiro com uma

 

Para os estudiosos do mercado de consumo, uma das principais transformações em curso no comportamento dos consumidores é a crescente valorização da experiência em detrimento da aquisição de bens. Esse novo perfil seria ainda mais evidente entre novas gerações, que não sonhariam mais com um carro zero na garagem, como seus pais, na idade deles, por exemplo, mas fariam de tudo para não perder um show ou uma viagem com os amigos. Pensando nisto, a Boa Vista resolveu explorar os números da sua tradicional Pesquisa de Hábitos de Consumo para o Dia dos Namorados e identificou que, de fato, viagem romântica, com 26% das respostas, e passeio/lazer, com 12%, lideram a lista de desejos dos namorados.

Entretanto, ao menos em boa parte dos casos, esses itens continuarão apenas como desejos. Isto porque, quando questionados sobre o tipo de presente que pretendem comprar para a data, aparecem em primeiro lugar, assim como em 2018, os itens de vestuário, com 30% das respostas.

Por que os desejos não seriam correspondidos?

Para a equipe econômica da Boa Vista, a explicação pode estar no bolso. “O custo de uma viagem, por exemplo, não vai se restringir ao hotel; haverá também as despesas com transporte, alimentação e outras atividades turísticas, o que encareceria bastante o presente; mesmo uma ida ao cinema também costuma envolver alimentação, pipoca, transporte, estacionamento”, explicam os economistas. De acordo com a pesquisa da Boa Vista, os namorados devem gastar R$ 292, em média, na data.

A crise também pode estar por trás da não correspondência. “Embora muitos até preferissem proporcionar uma viagem romântica ou outra experiência, acabam aproveitando a data para presentear o parceiro com algo de que ele realmente esteja precisando, como uma bolsa ou um sapato, por exemplo”, argumentam.

Outra explicação apontada pelos economistas está relacionada à praticidade. A compra de uma peça de vestuário, por exemplo, é mais simples e exige menos planejamento do que uma viagem ou a ida a um show. “Embora mesmo desejando uma experiência romântica, muitos acabam optando por um caminho mais fácil. Até porque o Dia dos Namorados cairá em uma quarta-feira, o que dificulta uma viagem na data”, conclui a equipe econômica.

Para aprofundar o estudo, os economistas segmentaram as respostas entre “experiências” (viagem romântica, passeio/lazer, jantar romântico, teatro/show/cinema) e “bens de consumo” (celular/smartphone, informática, vestuário e acessórios, joia / relógio, perfumaria e cosméticos, livros, flores, tablet, chocolates e câmeras digitais) e analisaram os resultados por sexo e por idade. Foram desconsideradas as respostas classificadas como “outros”.


De acordo com os economistas, além da maior valorização da experiência, também o bolso pode explicar o maior desejo e a maior intenção de compra de itens relacionados a experiência entre os mais jovens, como viagens e passeios. “Trata-se de uma fase da vida em que a renda é menor, o que pode levar à busca de presentes mais baratos; se uma viagem tende a ser cara, um piquenique no parque pode sair bem em conta”, explicam.

Entre os mais velhos, experiências também voltam a tomar espaço dos bens de consumo. “Aparentemente não se trata, portanto, apenas de uma questão geracional”, sugerem os economistas.

FONTE: Boa Vista SCPC

 




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