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Economia estagnada segura a recuperação do varejo.

Para economistas da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), a melhora virá quando o governo implementar mudanças na estrutura da economia capazes de gerar expansão do emprego e dos salários

 

De acordo com a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em fevereiro, o volume de vendas do varejo restrito (que não inclui veículos e material de construção) aumentou 3,9%, frente ao mesmo mês de 2018.

No caso do varejo ampliado, que inclui veículos e material de construção, houve crescimento de 7,7%, na mesma base de comparação.

Esses resultados foram fortemente influenciados pelo fato de se contar com dois dias úteis adicionais, em decorrência do Carnaval ter sido em março. Em 12 meses, ambos tipos de vendas do varejo aumentaram levemente em relação à leitura anterior (2,3% e 4,9%, respectivamente).

 

 

No contraste anual, houve elevação de todos os segmentos do varejo, beneficiados pelo “efeito calendário” mencionado anteriormente. As maiores altas ocorreram nos segmentos tecidos, vestuário e calçados, outros artigos de uso pessoal e doméstico, artigos farmacêuticos e veículos.

Em síntese, o primeiro bimestre do ano confirma a fraqueza da recuperação do varejo, explicada pelo elevado desemprego, pelo baixo crescimento da massa de rendimentos e pelas condições de crédito menos favoráveis, que provocam diminuição da confiança do consumidor.

Poderá haver intensificação no ritmo de aumento das vendas na medida em que o governo seja capaz de aprovar a reforma da previdência, dando início à implementação de uma série de mudanças na estrutura da economia brasileira, capazes de gerar expansão do emprego e dos salários.

FONTE: Diário do Comércio




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